Aos 20 anos, Ludmilla é dona de uma carreira meteórica. O sucesso começou em 2012, quando ainda carregava o nome artístico de MC Beyoncé, sua maior referência musical. Na época, ela gravou e soltou na web o primeiro hit “Fala Mal de Mim”. Poucos meses – e 17 milhões de visualizações – depois, entrou para o rol das maiores revelações do funk carioca.
A cantora falou do preconceito superado para se firmar como funkeira, conta como organiza a carreira para não cair no esquecimento, comenta caso de racismo e esclarece declaração polêmica sobre Cauã Reymond.

Mas para chegar até aqui, a cantora diz que precisou enfrentar muito preconceito vindo inclusive dos próprios MCs. “Eu era a única menina. Quando me viam no meio, diziam, ‘Ah, nada a ver ter uma garota aqui’. Mas aí a minha música estava bombada e eles tiveram que me engolir.”

A evolução fez com que ela deixasse de lado o título de MC para não ficar refém do funk. Hoje, flerta bastante com o mundo pop, inspirada por suas musas Rihanna e Queen Bey. “O pessoal da gravadora falou que eu sou uma cantora de verdade, posso cantar qualquer música, qualquer ritmo, em qualquer idioma”, explica.

Cauã Reymond é outro famoso que tem sido ligado a ela com frequência nos últimos dias, depois de uma suposta declaração polêmica. “Distorceram tudo o que eu disse. Me perguntaram com quem eu gostaria de fazer um clipe, se tinha vontade de gravar com o Cauã. Eu disse que sim. Aí me questionaram se no roteiro teria beijo. Eu respondi, ‘Ah se tivesse… Quem não ia querer beijar o Cauã Reymond? Mas era, tipo, atriz e ator”, explica ela que diz estar solteira. “Estou curtindo a vida daquele jeito.”

Reprodução: Instagram

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